sábado, 12 de setembro de 2009

Memorial Tucano-LIberal do DEMO Estilo PSDB et Caterva de Corruptos e Ladrões




Memória da Corrupção Tucano-Liberal do DEMO, Estilo PSDB et Caterva


Domingo, Julho 23, 2006

Coordenador de Geraldo Alckmin criou empresas com “laranjas” para arrecadar dinheiro
Na manhã da quarta-feira 19, um sorridente Eduardo Jorge Caldas Pereira recebia os políticos e convidados para a inauguração do comitê de campanha do presidenciável Geraldo Alckmin em Brasília. De braços abertos, saudava: “Bem-vindos, bem-vindos!” Ex-secretário-geral da Presidência da República no governo de Fernando Henrique Cardoso, ele agora é um dos coordenadores da campanha de Alckmin. De grand réceptionniste da festa, EJ, como Eduardo Jorge é chamado, sumiu em minutos, antes mesmo da chegada de Alckmin. A mudança de semblante aconteceu após ele ser informado por ISTOÉ do conteúdo de um dossiê feito por uma força-tarefa de auditores da Receita Federal. A documentação está guardada sob o manto do segredo de Justiça, em dois processos que tramitam em Brasília. Ao analisar as contas de Eduardo Jorge, os auditores encontraram doações ao PSDB com recursos oriundos do Erário público, movimentação incompatível com a renda, uso de “laranja”, distribuição fictícia de lucros e “notas fiscais frias”, entre outros crimes. O homem que sobreviveu a alguns dos principais escândalos no governo de FHC – e não foi condenado em nenhum – tentava nesta campanha dar a volta por cima da imagem arranhada. Será difícil. “Vou apresentar documentos à Justiça e mostrar que a história é outra”, promete. Informado sobre os relatórios que o envolvem com os crimes, ele disse que as informações serão dadas posteriormente.O “Relatório Final”, um dos documentos do dossiê, é a compilação dos crimes. Está anexado a um processo da 3ª Vara da Justiça Federal. O documento é assinado pelos auditores Marco Antonio Macedo Pessoa, Washington Afonso Rodrigues e Vicente Luiz Dalmolim. Os auditores são contundentes ao discorrer sobre “doações ao PSDB com recursos oriundos do Erário”. Eles concluíram que os valores repassados pelas empresas de Eduardo Jorge à campanha da reeleição de FHC em 1998 “tiveram por origem recursos oriundos de órgãos públicos, mormente do DNER”. O DNER é o extinto Departamento Nacional de Estradas e Rodagem, hoje DNIT, responsável pela contratação de empreiteiras e um tradicional foco de corrupção federal. Para concluir que o dinheiro do DNER irrigou a campanha de FHC com R$ 250 mil, os auditores fizeram análise dos contratos de prestação de serviços das empresas de Eduardo Jorge com a seguradora Sul América e dos contratos desta empresa com o DNER, o Ibama, o Ministério do Exército e o Palácio do Planalto.(...)
Eduardo Jorge também está envolvido com um esquema de notas fiscais frias. A partir de uma amostragem, a investigação levantou a situação fiscal dos emitentes de notas fiscais para as empresas de EJ, visitou sedes das firmas e entrevistou seus titulares. Notas fiscais contabilizadas por Metacor e Metaplan como despesas não foram oferecidas pelos emitentes à tributação. A força-tarefa concluiu que houve “planejamento ilícito” para uso de tais simulacros. De oito notas de fornecedores analisadas, cinco não foram declaradas à Receita, duas estão com valores declarados pela metade e outra é de empresa inativa.
(...)
O que poderá complicar ainda mais a vida de Eduardo Jorge são os depoimentos em mãos da força-tarefa. Em setembro, o ex-contador do Grupo Meta, Luiz Eduardo Poças Fonseca, foi à Procuradoria da República no Distrito Federal. Ele ingressou no grupo em 1994, como auxiliar contábil, e saiu como contador em setembro de 2000. Fonseca cuidava pessoalmente da contabilidade da Metacor e da Metaplan. Eduardo Jorge tinha uma sala dois andares abaixo. Despachava protegido por sistema de segurança especial e grades de proteção. Em seu depoimento, o contador revelou que as unidades da Metaplan e da Metacor em Barueri, em São Paulo, foram abertas com o objetivo de pagar menos impostos, “funcionando como empresas de fachada”. Fonseca achava estranho a empresa não ter lucros e mesmo assim a diretoria determinar a distribuição de dinheiro entre os sócios. Revelou ainda que as notas fiscais da empresa Oikos, envolvida com notas fiscais frias, tinham ligação com um tal de Joãosinho, funcionário do grupo que tinha sala dentro do DNER, de onde saía o dinheiro do PSDB. Era a ponta do esquema dentro do serviço público. (...)
Após análise de todo o dossiê sobre Eduardo Jorge e de 28 pessoas físicas e jurídicas envolvidas com as irregularidades, o Ministério Público impetrou ação civil pública na Justiça Federal de Brasília, que corre sob segredo de Justiça. Segundo a Justiça Federal, a ação é por ato de improbidade administrativa e foi impetrada contra Eduardo Jorge Caldas Pereira, as empresas Metacor e Metaplan. Os procuradores Lauro Pinto e Valquíria Quixadá pedem ressarcimento do Erário e perda dos bens e dos direitos políticos de Eduardo Jorge. O ex-secretário já teve acesso aos autos. “Está nas mãos do juiz para despachar”, disse ele a ISTOÉ. “Vou apresentar documentos.” Nervoso, acrescentou: “Não vou misturar assuntos pessoais com campanha.” No início da tarde da quarta-feira 19, EJ reapareceu no comitê de Alckmin. Já não exibia o sorriso e a alegria demonstrada na inauguração daquela manhã – mas somente um semblante sombrio.
Reportagem
completa.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Sarney Prestava Quando era Tucano Aliado do PSDB




Quando era Tucano o Sarney Era Preservado Pela Mídia Corrupta Porque Dava Lucro Para Todos

Engraçado: Sarney, Collor, ACM e todo o PMDB e os escrotos do nefasto PSDB e do DEMO eram amigos e aliados em todos os tempos e governos. O PSDB adorava o Sarney, foi da panela. Podres poderes. O estilo Sarney cresceu nessa época. Agora é só reflexo e sequela. O PMDB sempre foi aliado de todo governo. O DEMO não tem moral histórica. Foi Arena, PDS, PFL e agora o cacareco do Demo que compõe uma Oposição de Corruptos e Ladrões, os Picaretas da Oposição, a pior da República. Sarney foi Presidente. Os tucanos falso-moralistas o adoravam. E ele era ainda pior naquela época. Só agora que o Sarney não serve mais? Estranho. Sarney e ACM rifaram canais de rádios e tevês entre amigos do alheio (leia-se PFL, PSDB, PMDB) e só agora descobriram que Sarney é o que é? Ué, mas que moral o PSDB, tem, por exemplo, para querer ser o que não é? Todos os acusadores são podres da dar dó. Não se salva unzinho. Ninguém presta. Sarney mesmo conhece os “benefícios” (as aspas são propositais) de quando no poder intermediou aos seus aliados bicudos de então. É só ele abrir a boca e os líderes tucanos fecham o bico, já que não nadam, não voam, não cantam, não governam. Sampa, falido pelo Pinóquio de Chuchu (e blindado pela mídia amoral e pela justiça com quem tem suspeita relação promíscua), ligados à FIESP e OAB com os benefícios das privatizações-roubos (cadê a grana devida?), não tem estatura moral para atacar Brasília. Podres falando de rasgados. Crimes públicos abundam em SP.

A Globo? Antro de escorpiões. Cresceu na ditadura sórdida, a própria aquisição inicial do atual monopólio é caso de processo federal pesado tramitando em tribunal superior, em Brasília. Sujeira das grossas. A Record do Bispo Edir Macedo tem mais moral do que o antro Roberto Martinho et catervas. Quem a Globo quer atacar agora, se lucrou muito com as gestões de Sarney e Collor. Já pensou? Pensar pode. Deve. A Folha de São Paulo? Vendeu assinaturas perpétuas. Depois que faturou alto, refugou. Crime feio. Recebeu ajuda do BNDS para não falir. BNDS via-FHC O Pai da Fome. Folha em decadência apóia o banana do Serra, para tudo ficar em casa, claro. O Estadão? O grupo Mesquita apoiou o golpe, quando o golpe virou contra a imprensa, deu uma de santo. Alegou censura. De novo? Não tem um estilo histórico de transparência e ética. A Revista Veja? Os Civitas foram expulsos da Argentina ou seriam presos. Imagine todo esse antro midiático agora, que teve grandes benefícios como amigos do alheio (amigos do Sarney) agora são do contra, cospem no prato que comeram, só que porque o Sarney como da ala norte-nordestina é aliado do Lula Light?. Ora, o Lula é falado no mundo inteiro, elogiado, famoso, o garoto-propaganda que vai vender o Brasil lá fora e sobe o PIB (O FHNistão, O Pai da Fome ia pegar medalhas e títulos pra ele, o país que se lascasse), é dez vezes melhor do que a Globo, Veja. Estadão, Folha, PSDB et DEMO. O grande orgulho nosso, é o Lula tem posto o PFL para correr, fora dos penicos que criou em Brasília, como aliados de FHC, Collor e Sarney...

Ué, o Sarney nunca foi flor que se cheire, só agora foi descoberto pelos picaretas de Brasília que agora estão na oposição? Suspeito. Se um PT com erros vale mil vezes melhor do que um PSDB com acertos, imagine o que há por trás disso. Globo versus Record. Quem ganha é a verdade, ou os podres se equivalem? Lula e PT versus oposição de ratos, porcos e hienas. Você vê a cara dos senadores atacando, e tem pena deles, Coiós com grifes. Sujos às pencas. Amorais. O Pedro Simón, coitado, decrépito, em fim de carreira, deveria era se preocupar como falso guardião moral de ocasião, com os podres tucano-liberais do Demo em Porto Alegre, com a incompetente e corrupta Yeda Cruz, com o antro de sujeiras camufladas dos Richa no Paraná, com o enriquecimento ilícito dos Jerissatis... Sobre isso ninguém faz e-mail, humor, piada, corrente, mobilizações? Ah tá, ser contra o Lula vale tudo... Mas, quem é mesmo contra o Lula? Nadas e ninguéns. E o Juca Chaves diz que os tucanos tem o discurso pronto para quando voltarem (vade retro!): -Viemos para devolver... Are baba.

O medo do Lula e o medo do PT cria monstros. De que lado você está. Você é um dos engabelados pela mídia? Você achava o Sarney santo décadas atrás. Onde você estava? Então antes você não falou nada? Foi conivente? Por que só agora?... Ah, já sei. Cabeça vazia oficina da mídia tucano-liberal do Demo.

Tudo posto as claras com vezo transparente e histórico, pouco se salva de lado a lado, mas o Sarney quando era tucano era adorado pela atual oposição de babaquaras. A falência do senado tem atestado ? Tucanos. Com aval de oposições de ocasião, do PPS, PSOL, ou seja: não salva ninguém... Será que o povo não saca que é um bando de manés historicamente apodrecendo o Senado, que agora posam de donos da verdade, da oposição de engravatados com poses ridículas? Pizza neles.

-0-

Delmiro T. Latz
delmirot@bol.com.br

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Corrupção do PSDB não vale pra revista Veja





POR QUE A CORRUPÇÃO DO PSDB NÃO É CAPA DA VEJA?

SOB FOGO CRUZADO, YEDA CRUZIUS TENTA DEFENDER O INDEFENSÁVEL


"A governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB) negou no sábado, 9, que marido tenha recebido R$ 400 mil das empresas fabricantes de cigarro Alliance One e CTA Continental formando um caixa 2 para a campanha da atual governadora. (...)
Em entrevista no último sábado, em Porto Alegre, a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, negou que o marido, Carlos Crusius, tenha recebido R$ 400 mil em espécie de duas fabricantes de fumo para caixa dois de sua campanha. Gravações divulgadas pela revista Veja mostram conversas entre Marcelo Cavalcante, ex-assessor da governadora, e o empresário Lair Ferst. O áudio comprovaria o uso de caixa dois na campanha. Na gravação, o ex-assessor diz que as empresas fabricantes de cigarro Alliance One e CTA Continental doaram, cada uma, R$ 200 mil em espécie, que foram entregues ao marido de Yeda, Carlos Crusius. Yeda afirmou que o marido não trabalhou na arrecadação da campanha. Perguntada se as empresas fizeram as doações para caixa dois, a governadora respondeu que não leu a reportagem da revista, mas disse que “parece” que uma tem recibo da doação e que outra nega ter doado.Como nos outros casos, a governadora mais uma vez foi denunciada por um de seus aliados. Ela foi denunciada pela ex-companheira de um ex-assessor, Magda Koegnikan. Segundo Magda, Ferst afirmou que entregaria as gravações às autoridades para provar que o esquema do Detran era mantido por integrantes do governo Yeda, e não por ele. Segundo a revista Veja, Cavalcante ainda afirmou que a governadora sabia do suposto esquema de corrupção no Departamento Estadual de Trânsito (Detran). O ex-assessor diz, na gravação, que entregou uma carta de oito páginas na qual o empresário Lair Ferst descreveria como funcionava o esquema que desviaria recursos. A carta foi entregue para que Ferst tentasse se livrar da suspeita de participação no esquema."

segunda-feira, 11 de maio de 2009

As Sujeiras do PSDB (Blindado pela Mídia Amoral)




Cueção do PSDB

Muito me surpreende que os partidos que deveriam fazer oposição ao PSDB e a FHC não cobrem as seguintes questões:


O PSDB precisa responder por:


- 87 bilhões das privatizações- 97 bilhões de prejuízo com a "venda" da Vale do Rio Doce (foi vendida por 3 bilhões, mas seu valor é mais de 100 bilhões; só o investimento trimestral é de 11 bilhões)- 9 bilhões do Banco Nacional (dos netos de FHC)- 3 bilhões do Banco Econômico (do amigo de ACM)- 590 bilhões de crescimento da dívida pública (de 60 bilhões para 750 bilhões!)- 30 bilhões do Banestado- 18 milhões para o filho de FHC para a feira do Brasil na Alemanha (quem foi lá disse que só havia cachaça e boneca de pano... caro, né?!)
Total do "cuecão" do PSDB = 816 bilhões e 18 milhões de prejuízo para todos nós!


Pois é, por que esses dados não são divulgados com esmero e constância na mídia?

quinta-feira, 30 de abril de 2009

PPS, Partido de Aluguel, Roberto Freire Fantoche





PPS, Partido de Aluguel:
A Propaganda Enganosa da Mentira Eleitoral

Depois do Sr Arnaldo Jardim do corrupto PPS (que se diz socialista, acredite se quiser) ter pago empregada doméstica com dinheiro público em sp; do decrépito PPS ter se vendido de forma baixa ao funesto DEM (ex-PFL, ex-Arena, ex-PDS, vade retro!); de ter o suspeito Roberto Freire como “Conselheiro” da SABESP em SP sem nunca esse elemento nefasto ser daqui e nem ter ligações públicas na área, a não ser de ter sido aliado do PSDB (desde a era tucano-liberal do DEMO do mensalão estilo FHC); do mesmo PPS ter sido aliado do Collor, Maluf et trupe, eis que agora, o PPS que virou ventríloquo de bolso da oposição de picaretas (a oposição de hoje é a pior da república) posa na vergonhosa propaganda enganosa como dono da verdade, atacando o profícuo governo Lula Light que vem dando um show, sendo reconhecido no primeiro mundo como o melhor presidente que o Brasil já teve. Daí se pergunta, qual o papel do TER (é tendencioso, vesgo?), do próprio PPS, um partido de enfeite, de aluguel, que aqui em SP por exemplo é conivente com o fato de professor paulista ganhar trinta por cento a menos do que o professor do Piauí, para não dizer, o PPS ter membros no governo e você lendo os jornais de SP, verifica corrupção generalizada em todos os níveis (impunidade generalizada), do DENARC ao DETRAN, do DEIC ao CDHU, do Metro a ASLOM, do Rodo-Anel às privatizações-roubos (privatarias), com o sr Serra, que nem dá conta de Samparaguai (pegou uma herança maldita do Pinóquio de Chuchu e o estado refém do PCC), querendo ser presidente, já pensou o Brasil em alta agora com o PT, nas mãos sujas do PSDB de novo, que deixou a dívida externa no ápice, inflação alta, dolar altíssimo, custo Brasil alto, quando agora o pais está exatamente ao contrário, servindoe modelo ao mundo, elogiado por personalidades do primeiro mundo, com Lula sendo “O Cara” porque pensa no povo (todo poder emana do povo e em seu nome deve ser exercido, é um preceito constitucional), daí porque a gente pensa: por que a mídia blinda os corruptos do PSDB? Por que saiu ganhando com os agiotas do emboaba capital estrangeiro no caso das amorais privatizações paulistas-paulistanas. Por que a justiça blinda os corruptos tucano-liberais do DEM et PPS? Por que de Gilmar Mendes a Juizes Lalaus o país ficou falido na gestão federal anterior. Pior: que moral São Paulo tem, para falar mal de Brasília. Pois é: o PPS quer ser aquilo que não é. Fazer o jogo sujo dos abutres da democracia. Com uma oposição de ratos assim, de máfias e quadrilhas, dá vontade de ir pra rua, congregar esforços, no sentido de agitar um terceiro mandato para o Lula que, sozinho, é melhor do que partidinhos de aluguel como PPS, PSOL, PR, DEMO. De mesmo o pior partido do Brasil, o PSDB tucano que não nada não voa, não canta, não governa, numa incompetência total que apodrece as instituições. Lamentável PPS de aluguel, que vergonha, ainda recebeu verba suja da Camargo Correa, e agora quer parecer um partido de santos? Que hipocrisia! Vade retro Roberto Freire, fantoche do PSDB et caterva!

Delmiro T. Latz
delmiro@bol.com.br

quarta-feira, 18 de março de 2009

Corrupção em São Paulo, Alckmin Impede Apuração

Geraldo Alckmin proibiu Procurador-Geral de investigar corrupção.

Obstaculo à ação da Justiça é crime. Goro Hama, conhecido também como "Goro Grana", é alvo de processos judiciais sobre desvio de R$ 685 milhões dos cofres do Estado. Era homem de confiança de Mário Covas e Geraldo Alckmin, e continua amigo pessoal de Geraldo "Abafa CPI" Alckmin.

O governo de São Paulo, sob o comando do governador Geraldo Alckmin (PSDB), proibiu os procuradores do Estado de processarem Goro Hama, ex-presidente da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo). A Procuradoria do Estado é um órgão do Poder Executivo que representa os interesses de São Paulo e deve se manifestar em todas as 85 ações movidas pelo Ministério Público contra Hama. Em tese, ela pode assumir a posição da acusação, defender os atos de Hama ou ficar neutra nos processos. No ano passado, a Procuradoria do Estado optou por assumir a posição da acusação, ao lado do Ministério Público, em pelo menos sete casos. Mas, em dezembro de 2001, Alckmin substituiu o procurador-geral do Estado e a posição da Procuradoria do Estado se modificou. O novo procurador, Elival da Silva Ramos, que está no cargo até hoje, afirma que o Estado deixou de entrar contra Hama nos processos. Ele determinou aos procuradores do Estado que se abstenham de tomar partido nas ações. Amizade Homem de confiança do governador Mário Covas, morto no ano passado, Hama é acusado pela Promotoria de Justiça da Cidadania de causar prejuízo de R$ 685,7 milhões aos cofres do Estado. Hama, que chegou a ser secretário-geral do PSDB paulista e tesoureiro da campanha de Covas a governador em 1994, está com os bens bloqueados pela Justiça. Depois de pedir demissão da CDHU, empresa que comandou por seis anos, Hama foi levado por Covas para trabalhar no Palácio dos Bandeirantes como assessor especial do governador. Poucos dias depois de sua morte, ele foi exonerado por Alckmin. Mas as relações entre Alckmin e Hama não ficaram ruins. Há cerca de um mês, os dois estiveram juntos em um comício em São José dos Campos (SP). "Obrigado, Goro" foi a frase de despedida do governador. Acusações O ingresso do Estado nas ações, ao lado do Ministério Público, enfraquece a defesa de Goro Hama e dos demais ex-diretores da CDHU ao mesmo tempo em que fortalece a acusação. Cada um dos processos movidos contra Goro Hama e contra outros ex-diretores da CDHU refere-se a um contrato entre a estatal e uma empreiteira para a construção de um conjunto habitacional do programa Chamamento Empresarial. Para participar da licitação, as empreiteiras tinham de comprovar que possuíam a propriedade ou uma opção de compra dos terrenos nos quais seriam construídas as unidades habitacionais. Segundo o Ministério Público, essa exigência fere a concorrência entre as empreiteiras que poderiam se interessar pela obra. Em 76 dos 85 casos estudados pela Promotoria até agora, apenas uma empreiteira participou da concorrência. Só uma licitação teve três participantes. Após a assinatura dos contratos com a CDHU, as empreiteiras revendiam os terrenos para a estatal. Mas por preços muito superiores aos pagos pelas construtoras. Em Garça (423 km a noroeste de SP), por exemplo, a CDHU comprou um terreno por R$ 762 mil. Onze dias antes, o imóvel fora comprado pela empreiteira por R$ 200 mil, segundo apurou o Ministério Público estadual. O edital das licitações previa que o pagamento do terreno pela CDHU fosse feito em 18 prestações, mas a estatal pagou à vista, mediante desconto de 11%. Houve, portanto, mudança nas regras depois do início do jogo. A Promotoria argumenta que o princípio da vinculação dos contratos administrativos ao edital impede esse tipo de mudança. Isso porque outras empresas poderiam se interessar pela concorrência se soubessem da possibilidade de receber os pagamentos à vista. Imóveis menores O Ministério Público também acusa a diretoria da CDHU de ter aceitado, em alguns casos, que as empreiteiras entregassem à estatal imóveis menores que os contratados _e pagos. Essa irregularidade teria ocorrido principalmente na capital, onde há maior valorização dos terrenos. Segundo a Promotoria, em um conjunto habitacional na zona leste, por exemplo, a CDHU pagou por um terreno de 78.368 metros quadrados e recebeu um de 27.082 metros quadrados. A Promotoria questiona, finalmente, a aplicação do índice da Fipe para a construção civil na correção dos preços dos terrenos. O índice permitiria uma correção nos preços dos imóveis superior à valorização de mercado. Outro lado O procurador-geral do Estado, Elival da Silva Ramos, que assumiu o cargo em dezembro do ano passado, disse que o Estado de São Paulo deixará de entrar contra Goro Hama nos processos movidos pelo Ministério Público. Sem criticar o comportamento de sua antecessora, a procuradora Rosali de Paula Lima, Ramos disse não ver provas suficientes de que tenha ocorrido lesão aos cofres públicos nos contratos feitos pela CDHU para o programa Chamamento Empresarial. "Não posso absolver liminarmente a CDHU, mas também não posso condená-la de antemão. As alegações do Ministério Público dependem das provas que serão produzidas nos processos", diz o procurador-geral do Estado. Ramos confirma que o Estado entrou ao lado da acusação em sete processos contra Goro Hama, mas diz que a Procuradoria não tomou posição em nenhum processo desde que ele assumiu o cargo. De agora em diante, diz ele, os procuradores vão se abster de tomar partido nas ações o que, na prática, ainda não ocorreu. Ele não vê contradição entre essa posição e as que foram adotadas por outros procuradores do Estado. A Procuradoria da Fazenda junto ao TCE (Tribunal de Contas do Estado) se posicionou pela ilegalidade dos contratos, o procurador que presidiu a sindicância da Secretaria de Estado da Habitação concluiu ter havido irregularidades nos contratos e de a Corregedoria Geral da Administração também conclui que os contratos foram ilegais. "Em julho deste ano, aprovei um parecer da Procuradoria Administrativa que, em tese, admite a realização de contratos globais. O fato de as empreiteiras fornecerem o terreno pode ou não afetar a concorrência, depende do caso. Da mesma forma, em tese, o valor dos terrenos pode não ter sido superfaturado porque o valor final das obras foi razoável. As outras questões levantadas pelo Ministério Público depende de provas. Não podemos pré-julgar questões fáticas", disse Ramos.
Original de Roberto Cosso, da "Folha De São Paulo" de 13/10/2002.

Mapa da Corrupção em São Paulo do PSDB


Mapa da Corrupção: São Paulo



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denúncia Prejuízo público em São José dos Campos
O Sindicato dos Funcionários Públicos de São José dos Campos entrou na justiça contra João Friggi e Sandra Garcia por gestão de risco, em face do investimento de quase 30 milhões no falido banco santos, em outubro de 2004, durante a administração de Emanuel Fernandes. Os detalhes estão em
www.vejasaojose.com.br.(Da redação, 8/9/2006)


política PFL denuncia: “Houve corrupção no governo Alckmin”
Que o casamento PSDB/PFL está em crise não é segredo. Em são Paulo, porém, o aliado de longa data do PSDB, o deputado estadual pelo PFL-SP, José Caldini Crespo, traz a lavanderia para as ruas, expõe a roupa suja e diz que o mal dos tucanos é “a prepotência”. Em sua avaliação, “O PSDB está indo para Nova York discutir o Brasil. Curioso, né?”. Matéria de Maurício Reimberg na
Agência Carta Maior, em 29/5/2006.

Bertioga Câmara aprova cassação de prefeito por unanimidade
O prefeito de Bertioga teve seu mandato cassado ontem (21/2) em sessão da Câmara por unanimidade, em virtude de denúncias confirmadas de desvio de verbas de patrocínio da Festa do Índio. A defesa conseguiu uma liminar em SP, já que o Juiz local indeferiu todos os pedidos feitos pelo Prefeito. Segue em curso uma segunda denúncia e o parecer final da Comissão Processante pugna pela cassação, pois houve superfaturamento das obras de casas populares em convênio com a CDHU. A tática da defesa agora é desmoralizar os vereadores e a imprensa local não apresenta neutralidade no processo de divulgação dos fatos, confundindo a opinião pública. A caravana “Todos contra a Corrupção” do projeto Adote um Município, associado à AMARRIBO, esteve em Bertioga no ano passado e fez reunião com a Câmara de Vereadores. A AMARRIBO se solidariza com os vereadores que estão cumprindo seu papel de fiscalização da administração pública. Informações da
Amarribo em 22/2/2006.

Paulínia Prefeito tem direitos políticos cassados
O prefeito de Paulínia, Edson Moura (PMDB), teve os direitos políticos suspensos por oito anos e foi condenado a devolver R$ 45 mil corrigidos aos cofres públicos devido contratação irregular do advogado Ivan Barbosa Rigolin para defendê-lo numa ação civil pública movida pelo MP (Ministério Público). A Promotoria vai protocolar uma apelação para que seja declarada na condenação a perda da função pública do prefeito (cassação do mandato). O advogado de Moura, Dauro de Oliveira Machado, vai recorrer da sentença. Da
Amarribo, em 22/2/2006.

Paulínia MP investiga denúncia de fraude em Paulínia
O Ministério Público (MP) de Paulínia abriu inquérito civil para investigar denúncias de superfaturamento e fraudes em licitações públicas para serviços de infra-estrutura e irregularidades na concessão e execução de obras- em loteamentos do município entre 2002 e 2005, ao longo de duas administrações do prefeito Edson Moura (PMDB). De acordo com o promotor Fernando Novelli Bianchini, as acusações, feitas na semana passada pela Organização Não-governamental (ONG) Associação dos Moradores e Amigos de Paulínia (AMA-Paulínia), são "graves". Do
site da Amarribo, 30/1/2006.


SÃO PAULO.#.21/1/2006 SP cede fazenda a fundação ligada ao secretário de Educação
O governo Geraldo Alckmin (PSDB) cedeu uma fazenda de 87 hectares -- cerca de 54 vezes o parque Ibirapuera --, em Lorena (a 188 km de SP), à rede católica Canção Nova, ligada ao secretário da Educação, Gabriel Chalita. A fazenda Centri também fora solicitada por pelo menos dois órgãos do próprio governo. O Itesp (Instituto de Terras do Estado de São Paulo) pretendia utilizar o local para reforma agrária. A Faenquil (Faculdade de Engenharia Química de Lorena), vizinha à área, pretendia ampliar seu campus. Preteridos, disseram que não foram avisados da decisão. Matéria na
Folha Online.

veja-psdb Editora Abril fez doações a candidatos tucanos
A Editora Abril S/A, proprietária da revista semanal Veja, doou, nas eleições de 2002, R$ 50,7 mil a candidatos do PSDB. A informação foi obtida junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pelo gabinete do deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR). Um político do PPS também foi beneficiado pelas doações. Segundo a assessoria do deputado petista, a campanha do atual líder da bancada do PSDB na Câmara dos Deputados, Alberto Goldman (PSDB-SP), recebeu doações de R$ 34,9 mil da editora em 2002. Durante o governo FHC, Alberto Goldman foi relator da Lei Geral de Telecomunicações, que regulamentou a participação do capital estrangeiro no setor. Do Portal do PT, 27/7..
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